No passado dia 7 de dezembro de 2020, a APHA viu aprovado o seu reingresso no prestigiado CIHA (Comité International d’Histoire de l’Art) (http://www.ciha.org), pondo termo a um interregno que durava há já alguns anos.

O CIHA é a mais antiga organização internacional de História da Arte do mundo. Foi constituído em Viena, em 1873, tendo conhecido várias alterações estatutárias ao longo dos anos. O CIHA está hoje empenhado, entre outros objectivos, em i) desenvolver o estudo da arte, da cultura visual e da cultura material em toda a sua diversidade ao longo da história e em todo o mundo; ii) facilitar e fomentar redes entre historiadores da arte de todos os países; iii) organizar ou apoiar encontros internacionais de historiadores da arte.

A APHA volta a marcar presença neste importante palco internacional, após a candidatura efectuada durante o ano de 2019 e a apreciação curricular a que foram sujeitos o Presidente e a Vice-Presidente da Direcção. Assim, Pedro Flor (Universidade Aberta) e Joana Balsa de Pinho (Universidade de Lisboa) sucedem a Pedro Dias (Universidade de Coimbra) e a Natália Ferreira-Alves (Universidade do Porto) na representação portuguesa no CIHA. O primeiro representante neste órgão internacional foi José-Augusto França (Universidade Nova de Lisboa), por proposta de André Chastel, em 1969, abrindo então caminho a uma importante via de internacionalização da história da arte portuguesa.

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